Rivolução económica
a obra nasceu e a "influência económica" chegou finalmente, aproveitando a "Rivolução". com efeito, que motivos poderão levar meia dúzia de pessoas muito democráticas a se sitiar no Rivoli contra a gestão privada do teatro, em especial quando a contestação não se prende tanto com potenciais despedimentos mas com a direcção artística da casa? talvez sendo a gestão privada se procure o lucro (extraordinário, entenda-se), o que implica peças que atraiam público, salas cheias e bilhetes mais baratos. Ó que horror, levar pessoas ao teatro é que não! queremos continuar com peças elitistas que o português não percebe, que o afugentam do mundo das artes e que obrigam os teatros a fechar. talvez um dia os muito devotos rivolianos percebam que a conversa da treta tem o mérito de tirar os rabos cada vez mais gordos dos portugueses de frente da televisão e de permitir, a posteriori, angariar público e financiar projectos ditos mais "cultos". é o preço do sector privado...

3 Comentário(s):
Não compreenderam estas pessoas que o elitismo não alimenta a cultura e que, num país carente da atenção "massificada" pelas artes, a abordagem de sucesso não está nos conteúdos pseudo-intelectuais, nas sessões de preços muito caros e no cerrar fileiras que a nossa "gens intelectual" teima em fazer, sobretudo quando esta não é propriamente muito abonada do ponto de vista financeiro...
Assim sendo, as artes têm subsistido graças à tenacidade de alguns e fruto do ocasional mecenato.
Excepção a este cenário são as ocasionais produções, que se distinguem não só pela qualidade, mas também por outro denominador comum, o público-alvo, que, ao contrário do que se poderia supor, pertençe à classe média e baixa, ie, o povo.
Estas produções, ao surgirem (as de qualidade) de forma esporadica e não sequencial têm, pelo menos, contribuído para o sustentar de uma actividade, evitando assim a saturação do mercado por força do excesso de oferta destas, algo que, por exemplo, no caso do "stand-up comedy", como pudemos constatar recentemente, já aconteceu.
A consequência negativa dos factos acima descritos são precadidade de pessoas e meios (económicos), neste caso, dos teatros.
Mas creio que a gestão privada dos mesmos, solução com a qual concordo, e o diversificar na progamação que se oferece são, actualmente, a melhor cura.
Bernardo Rosmaninho
http://o-rapaz-da-aldeia.blogspot.com/.
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